quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Vamos falar sobre suicídio?

 Que a depressão e doenças relacionadas está em crescimento acelerado no mundo todo, não é nenhuma novidade. O que é inédito, é notar nosso despreparo para lidar com tais situações, como suicídio e comportamentos que o precedem. Temos visto notícias sobre o "Setembro amarelo" nas mídias. Essa campanha tem o objetivo de alertar as pessoas a se conscientizarem sobre a realidade do assunto. É muito válida, pois quem mais pode ajudar na prevenção desse tipo de atitude, são os familiares e amigos mais próximos. 



 Mas se encaramos a situação da pessoa com depressão como "é uma fase, vai passar" ou "eu conheço ele, jamais chegaria nesse nível de se matar", podemos estar colaborando pra que logo haja um funeral! Triste né?! A culpa não é nossa quando alguém comete o suicídio, mas temos grande responsabilidade se isso aconteceu e, não fizemos algo para prevenir. Por outro lado, se você conhece alguém que partiu nessas circunstâncias, se permita perdoar... por mais que você tenha ajudado (ou não), a última palavra e decisão sempre vai ser da pessoa, e não nossa! Pense agora, já conheceu alguém que sofre de depressão? Conhece alguém atualmente que sofre disso?



 Bem, não custa nada dar uma ligadinha pra essa pessoa (só o custo da ligação) e perguntar como andam as coisas, convidar pra tomar algo e conversar. Nada de dar uma de psicólogo, basta ser amigo(a), e demonstrar afeto, companheirismo! 
 Todos nós em algum momento, ficamos deprimidos em algum nível. Uma opinião pessoal sem base científica alguma (mas baseado em minhas próprias experiências) é que, muito desse crescimento da doença nos últimos anos, está diretamente ligado ao fato das pessoas serem bombardeadas com tantas informações todo dia, se jogarem de cabeça no virtual e esquecerem que há um céu azul bonito pra se ver lá fora. Passe um tempo longe da tecnologia com seus amigos, respire um pouco de ar fresco e relaxe a mente. Quando eu me sinto pra baixo, o contato com a natureza é uma das coisas mais eficazes, que ajudam a dissipar esse sentimento e trazer tranquilidade.

Vamos todos unir forças contra essa doença "invisível", antes que seja tarde!


sexta-feira, 15 de setembro de 2017

A Sustentabilidade no mundo do Marketing

A Responsabilidade Social e Sustentabilidade podem trazer às organizações não somente obrigações a serem cumpridas, mas também oferecem meios de conseguir uma ampla vantagem competitiva, se usadas de maneira correta. Um exemplo prático que me vem à mente é o termo “obsolescência programada” que discorre de forma tão comum atualmente em vários setores, mas principalmente quando citamos a indústria de eletrônicos e seus componentes. Não há consumidor satisfeito quando, um produto eletrônico que se usa a pouco mais tempo do que era coberto pela garantia, estraga, e geralmente fica mais caro consertar do que comprar outro novo. Podemos listar páginas de itens específicos que são construídos dessa maneira, exatamente feitos para estragar! Dificilmente alguém vai comprar novamente um item similar da mesma marca que tinha antes, se parou de funcionar “do nada”. As empresas poderiam muito bem deixar de lado essa prática gananciosa e, produzir bens de consumo duráveis que realmente durassem mais tempo. Isso chamaria a atenção do público de forma estrondosa se exposto em publicidade (principalmente hoje com as redes sociais, onde o principal expositor de qualquer marca, é o próprio consumidor), pois além de ajudar o meio ambiente produzindo algo que vai levar mais tempo para ir ao lixo, firmaria a marca como “confiável” e “vale a pena pagar o preço”. Lembra das TVs Telefunken?!




 Seria interessante trabalhar no setor de Marketing de uma empresa de TVs tão resistentes como aquelas! Mas hoje em dia com tantas mudanças na qualidade e durabilidade do que consumimos, os profissionais do Marketing procuram conseguir sucesso enfatizando outros pontos positivos em seus produtos e serviços. A constante informação sobre a atual situação do mercado e suas mudanças, pode significar a diferença crucial entre uma campanha de Marketing que traga resultados da maneira esperada, ou uma tentativa frustrada de conseguir público e ter a marca esquecida. Vemos muitas campanhas mostrando as certificações ISO das empresas, e essa prática tem se mostrado bem relevantes para que o consumidor esteja ciente da qualidade do produto que pretende comprar ou do serviço que busca contratar. Mesmo o Marketing Societal já é um meio de divulgar a marca positivamente, e é algo mais válido do que simplesmente não apoiar causa alguma. Vemos então que, apostar na Responsabilidade Social e na Sustentabilidade, é uma ótima jogada pra quem quer estar sempre sendo lembrado pelo público, gerando assim um bom retorno financeiro, mas também a todos seus stakeholders, direta ou indiretamente.


terça-feira, 12 de setembro de 2017

O Jeitinho Brasileiro

Pra tudo se dá um jeito! E seguindo essa afirmação, muitas pessoas usam e abusam do famoso “jeitinho brasileiro”, que consiste na maioria das vezes de artimanhas ilegais, antiéticas e imorais, para tentar justificar atos injustificáveis. Somado com a impunidade banalizada atualmente, o Brasil tem se tornado um grande cenário de corrupção e perda de valores.
 Arrisca-se dizer que a desonestidade do brasileiro vem de berço. O jeitinho malandro de agir já está enraizado na nossa cultura, que por si só, ilustra como símbolo de esperteza e inteligência tirar proveito de outros em benefício próprio.


 Outro fator agravante é a ineficiência do Estado em fazer cumprirem-se as leis. Quem vai seguir todas as regras impostas quando não há uma fiscalização eficaz e efetiva?! Aí fica por conta da consciência de cada um... De fato, a palavra chave deveria ser essa: Consciência! Tomarmos conta de nossas ações baseando-nos no que é moralmente correto, e não no senso comum.

A educação dentro e fora das escolas é ponto primordial para a mudança de percepção individual e coletiva dentro deste cenário, e para a erradicação desse “jeitinho brasileiro” de afundar a nação.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Parir conceito? Como assim?

"Parir" :
O mesmo que "dar a luz" ou "trazer ao mundo".

"Conceito" :
1. Ideia ou noção geral.
2. Definição ou sentido.
3. Entidade psíquica abstrata e universal que serve para designar uma categoria ou classe de entidades, eventos ou relações. (Ex.: Os conceitos da moda que os estilistas estão parindo a cada período de tempo).
4. Nota de aproveitamento escolar. (desconheço qualquer informação sobre isso).


 Parir Conceitos envolve a criação de várias idéias, selecionar as úteis e trabalhar ao ponto de executá-las.
É simplesmente analisar a si mesmo e seu ambiente, dentro de um certo contexto, e verificar se algo pode ser melhorado, e como fazê-lo se houver necessidade.

 Todas idéias e opiniões serão devidamente respeitadas e bem vindas, é justamente pra isso que esse site foi criado. Comente, participe!




segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Sim, isso é o que realmente importa!



Oi, boa tarde! Meu nome é Tenho um Carro! Você é o vizinho que mora no andar de baixo ?
Sim... Eu sou o Ganho um Décimo do seu Salário por Mês! Como vai?
Ah, eu estou ótimo! Tenho andado muito por aí e, conhecido muitas mulheres lindas e interessantes... tem uma chamada Quero alguém que me banque, que é realmente gata! Conhece?
Não, não a conheço... até porque meu círculo de amizade diminuiu muito depois que casei com a Quero mais um par de Sapatos, e daí não posso ficar por aí conhecendo muitas mulheres...
Ah, é mesmo... Tenho que concordar, depois do casamento bastante coisa muda! Mas eu ainda assim mantenho meus contatos... Ouvi dizer que sua esposa está prestes a ter um Talãozinho de Cheques... é verdade?
Sim, ela está endividada de 8 meses já! Mês que vem felizmente quitaremos o Boletinho.
E já escolheram o nome do herdeiro?
Se for menino, vamos chamar de Carro Turbo, pois minha mulher gosta de nomes duplos, mas se for menina vai se chamar Look Do Momento, em homenagem à mãe... e também porque ela adora esses nomes americanos!
Nossa que legal! Fico muito endinheirado por vocês e desejo rendimentos ao seu filho!
Obrigado! Nascendo com bens materiais é o que importa!
Sem dúvidas! Pro resto dá-se um jeito... saúde e dignidade conseguimos ao longo da vida!
Eu por exemplo, tenho um filho que desde o nascimento sofre com dívida crônica maligna... coitadinho fica dentro do apartamento quase o tempo todo! Depende de nós pra tudo, inclusive pra aprender a desperdiçar comida com outras crianças quando raramente o levamos ao parquinho!
Lamento vizinho... mas seja forte e invista porcentagens altas... logo logo ele renderá juros pra você!
Obrigado! Que Dinheiro lhe abençoe!
Que assim seja! Em nome de Dinheiro, Carro e Cartão de Crédito, amém!
Obrigado!
Dê tudo... digo, De nada!

sexta-feira, 19 de março de 2010

Escravos por consentimento...


Antigamente havia escravidão descarada (ainda existe em alguns lugares, mas não vem ao caso), e todos se revoltam ao pensar em como podia alguém ser dono de seu semelhante (que assim como ele) foi supostamente feito também à imagem de Deus. Chicotadas, camaçadas de pau e torturas foram os ícones dessa escravidão no passado. Os negros sofreram horrores nas mãos dos conquistadores europeus e brancos em em geral, ao ponto de almejar tanto por liberdade que doaram suas vidas em busca desse propósito para as gerações futuras!
Não conhecemos diretamente esse tipo de escravidão, salvo pelo que nossos antepassados nos contam e o que aprendemos nos livros. Qual é a forma de domínio vigente em nossa época?



É muito mais complexo do que simplesmente ser propriedade de alguém que nos manda e nos pune ao seu bel prazer. É algo sinistro saber que atualmente, nós somos escravos numa sociedade aparentemente livre! Imagino gente falando "cara, esse teu blog tem altas ideias conspiracionistas e sensacionalistas". Chamem do que quiser, pois é inalterável o fato da existência dessa servidão moderna.
Dominados de forma integrada pelo sistema monetário, religioso e com freqüência pelo sistema de distribuição de informações (mídia), simplesmente criticamos os políticos ou protestamos com plaquinhas nas ruas, o que não resulta numa mudança significativa...
É decadente saber que o ser humano tão rico em inteligência e sociabilidade transformou o mundo nesse teatro macabro, onde a maioria se apresenta como servos fiéis de um número minúsculo de outros atores. Toma-se um lado com afinco, sendo mais fanático por determinado partido, do que um torcedor pelo seu time de futebol em final de campeonato. Ainda assim cumpre-se horários, segue-se regras e leis, paga-se as penas da lei, mas não tem seus direitos como prometido em constituições falidas e inúteis.

Não gosto de promover a desgraça ou notícias pessimistas, porém o mal está às portas em nossa vida, em nossos atos, em nosso trabalho e até em nossa medíocre alimentação industrial. E nós (falando como um todo) nos conformamos! Somos tão escravos quanto os servos de antigamente, a diferença é que somos filhos de uma dominação consentida e mascarada. Enquanto você compra desesperadamente o novo celular da moda com recursos e funções incríveis, existem pessoas (muitas vezes crianças) trabalhando duro por 20 horas diárias para fabricá-lo. Enquanto você trabalha o mês todo para ganhar o suficiente para comprar este celular (talvez parcelado ainda), seu chefe fatura centenas ou até milhares de vezes mais usurpando suas cargas horárias semanais. Por outro lado, o governo suga do seu patrão e de outros microempreendedores uma parcela bem grande com impostos e tarifas atribuídas à sua empresa, seu funcionamento e produção, ao mesmo tempo que perdoa dívidas gigantescas de multinacionais. Grande parte desses valores recolhidos (para não dizer roubados), supostamente deveriam se encaminhar ao pagamento de taxas e juros de dívidas externas e, num retorno significativo ao contribuinte com a prestação de serviços públicos. Ou seja, é um escravizando ao outro, num sistema de pirâmide em escala descomunal! No fim das contas, as dívidas e consumo só aumentam, e quem fica com o dinheiro são os poucos e poderosos banqueiros e outros mafiosos "invisíveis" na sociedade. O exemplo do celular se aplica à qualquer produto adquirido ou serviço prestado. Há uma frase comovente de Jean-François Brient que diz: "Se concebe no Ocidente, se produz na Ásia e se morre na África".



Olhe ao redor, você acha normal mesmo as coisas como estão? Acha que essa desculpa esfarrapada de que nós (o povo) somos os culpados pela poluição por simplesmente usarmos nossos carros ou não separarmos o lixo reciclável? Os carros que as grandes corporações projetaram... Os carros que eles fabricam mais do que a demanda, e vendem super faturados, com motores que poderiam ser elétricos se eles quisessem, mas a ganância vinda do petróleo é maior e os impede?! E as fábricas? E a produção em grande escala, tem base como base o crescimento demográfico mesmo? E os recursos naturais sendo devorados de um meio ambiente cujo estupro é recorrente?

Não vejo saída para a situação do Sistema atual, mas algo pode e deve ser feito! Somos escravos modernos, independente se você concorda com isso ou não. Porém podemos ser livres para entender isso e não fechar os olhos diante da situação. 
Finalizo com uma frase linda de Mahatma Gandhi, que traduz muito o meu sentimento ao escrever esse texto:



sábado, 13 de março de 2010

Pão com Banha!

Surpreendentemente a tal "obesidade" ou "fora de forma" não é um preconceito tanto de quem está ao redor, mas sim do próprio indivíduo obeso... O gordo(a) acha que não pode ser bonito(a) e elegante. É triste ver as pessoas com a autoestima em baixa, reclamando de si mesmas e vendo apenas os pontos que consideram negativos em sua aparência.
Sempre fui magro, sim, daqueles que é chamado de "vara de pesca, seco" e várias outras coisas do gênero. Com o passar do tempo e inconscientemente (hoje eu percebo) comecei a me tornar um comedor compulsivo e desenfreado. Minha barriga cresceu, estou acima do peso e minhas roupas, (a maioria) não serve mais... me sinto péssimo por não ter nada para vestir com que eu me sinta bem!




Estou começando um regime, e confesso que nunca pensei passar por isso... é horrível não poder comer até estufar como eu fazia antes, mas ao mesmo tempo sei que vou me sentir melhor quando puder usar tudo o que está inutilizado em meu guarda roupa. Sabe, o problema dos gordinhos não é a gordura em si, são suas mentes que discriminam a si próprios! Sempre adorei mulher gordinha e espero que essa definição de que "pra ser bonita tem de ser magra" seja dissolvida algum dia. Não sou hipócrita, me gosto mais quando estou magro, fico melhor, combina mais com minha personalidade, mas olhando para outras pessoas, prefiro uma gordinha à uma magrinha, acho mais harmonioso o visual. Já o gordinho que vejo no espelho de casa não me agrada em nada... haha! O que vale é estar bem consigo mesmo, indiferente do número que aparece na balança.
Viva a resistência aos esteriótipos!